quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

' levantando a moral?

bom, daí eu pensei "por que não uso o twitter para algo realmente aproveitável?".
*vinheta*
eu poderia apenas divulgar o meu blog! seria uma divulgação intensa, para que as pessoas lessem algo, digamos, mais interessante, ao invés de descobrir se seu melhor amigo almoçou lasanha. é uma equação simples: as pessoas que estão lendo o twitter não tem nada melhor para fazer e é exatamente por isso que estão lendo sobre o almoço dos malditos amigos ou mesmo sobre os vídeos novos dos vlogueiros mais famosos que aparentemente são amigos dos caras do cqc. e se estas pessoas estão dispostas a ler futilidades no twitter, elas estão proporcionalmente motivadas a ler o meu blog. a diferença é que o post vai ter bem mais de 140 caracteres e não vai ser sobre meu almoço, do qual ninguém quer saber! você quer saber sobre mim? obviamente não! mas, cá entre nós, EU TENHO CERTEZA que o trabalho escolar do seu amiguinho, a piada interna dele, o almoço e a última coisa que ele fez não são nenhum pouco interessantes a você.

no mais, vai que você concorda com alguma filosofia insana que eu tenha expressado ou gosta de algum conto insano meu? e eu juro, se você não gostar, pode me xingar muito no twitter que eu vou ligar menos do que o pc siqueira. tá liberado! ;)

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

não, esse não vai ser um longo post cheio de frustrações ou confissões sobre 2010. não vou reclamar, não vou poetizar, não vou chorar nem espernear. quero começar 2011 tacando o foda-se geral! e dessa vez eu juro, que vou foder com tudo e todos que tentarem ser pedras no meu caminho. ah, se vou...

domingo, 19 de dezembro de 2010

Domingo é o dia perfeito para escrever, para se encontrar em algumas palavras jogadas ao vento. Estou aqui com minha caneca de café, desejando uma latinha de cerveja e alguns sorrisos mais tarde. Desejando uma simplicidade que me tire desse tédio quase amigo.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

' Das coisas que não tive coragem...

Queria não saber contar metáforas.
Queria dizer àquelas pessoas ali o que me sufoca.
E que tudo fosse simples, que tudo fosse fácil e muito pouco fosse considerado errado.
Se eu pudesse ao menos ter sempre certeza das coisas. Mas não aguento mais andar tropeçando e tropeçando nas pessoas pedir o apoio delas e nelas me apoiar.
Queria que meu grito no escuro e minhas lágrimas no silêncio fossem o bastante pra me confortar de mim, dos meus atos falhos, do meu mundo, da minha inércia, da minha dor.
E que eu pudesse, simplesmente, sustentar-me em mim, com redundâncias, reticências e subjetivismos tão meus.
Mas eu quero alguém pra me salvar... Dessa minha loucura, de distorções e paradoxos e armadilhas que crio pra mim.

"A valsa era triste, mesmo ao som animado que vinha da natureza pacata. Tinha um cheiro vazio em meio ao gosto doce e a água que escorria era suja."

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

' De todas as coisas que ainda não fiz...

Não terminei de ler aquele livro. Aqueles livros, na verdade. E são histórias das quais me privei, as quais nunca saberei como terminam. E foi provavelmente por preguiça, que acabei deixando um pouco do mundo passar num dia, mais um pouco noutro. E foi incrível e unicamente por preguiça que me deitei no chão com as portas e janelas fechadas, que simplesmente contemplei o meu teto, ao invés de sair e contemplar o teto do mundo. Mas eu costumava ter o esforço de subir na laje da casa, só pra ver o sol se pôr. Costumava acordar cedo, para vê-lo nascendo. Trazendo toda aquela esperança amarela que só o sol é capaz de trazer. E com o passar dos dias, fui deixando muita coisa de lado, matando um a um os meus pedaços mais deliciosos e prazerosos, só por preguiça.
Foi a mim que matei, e não o meu mundo. Matei os sonhos, os desejos, as vontades, as ilusões, as verdades
. Até que cheguei num beco mal iluminado e caí de joelhos. O mundo todo havia passado e restara só o que eu fizera de mim. Sem ninguém que pudesse socorrer minha alma. Claro, eu havia matado até meu pedaço mais lúcido. Foi quando as lágrimas me invadiram e eu senti algo que não sentia há tempos. Me senti viva. O sol começou a brilhar naquele beco escuro, pouco a pouco. E pouco a pouco foram aparecendo ao chão, todas as máscaras que fizeram parte de mim. Então eu me levantei e corri, até encontrar a areia da praia. Com sua imensidão, sua perfeição, seu infinito. E senti-me completa de mim, até afogar-me em meu próprio eu.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010


Talvez, eles tenham escolhido nascer diferentes. Talvez não. Mas escolheram as cores ao invés do negativo, preferiram as letras ao invés dos números e optaram em desenhar formas ao invés de fazer cálculos lógicos. Pintaram, desenharam, criaram. Escolheram criar, mesmo que algo parecido com o já existente e recusaram-se a chegar ao fim das malditas inequações. Deixaram que o teatro os invadisse, perceberam que eram feitos de tudo e que não passavam de nada nesse mundo gigantesco. E ao redor de tanta gente feita de osso, igualaram-se e apreciaram os sorrisos pela rua, fotografando flores e bichos, ao vivo e a cores. A música inundou suas vidas, desde sempre. Acho que sem ela, nenhum deles conseguiria manter-se vivo. Apelaram algumas - ou muitas - vezes aos vícios da vida. Convidaram a nostalgia para acompanhar uma valsa e deitaram-se no chão, exaustos, intensos, completos. Riram-se até o mundo acabar.

E é dessa gente que eu gosto. É essa gente que me orgulha. É dessa gente que faço parte.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Preciso encontrar um elo. Meu elo.
Mentira! Na verdade preciso reencontrá-lo...
Tive passados tão felizes e criativos. Mas parece que depois de uma fase em tons de cinza, tudo dissipou e eu fiquei aqui, perdida numa ilusão subjetiva e histérica.
O calor têm me aborrecido demais. Acho que talvez seja só uma desculpa pra eu culpar um fator externo e não a mim.
Mas eu queria tanta coisa!
E acabei foi correndo em círculos.
E os dias foram correndo e as horas passando e eu continuei nessa inércia... Ainda quero cuspir minhas artes no mundo e jogar um pouco de amor no ventilador, pra ver se algo se refresca, enfim.
...Não quero essa medíocridade que me irrita. Na verdade quero pintar algumas cores por aí. Quero arrecadar alguns sorrisos, começando pelo meu!

"Onde foram parar aquelas asinhas, da menina que tinha o mundo na palma da mão?"