Acho que descobri tarde demais: eu não estava preparada para tudo isso!
domingo, 5 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
3
Preciso trocar minha escova de dentes. [já a emprestei algumas vezes...]
Preciso deixar de ser menininha.
E de ficar esperando por um sinal, por um toque engraçado, um oi ou qualquer vestígio desses.
Fui eu quem caminhou até aqui, certa de suas próprias escolhas. Os fatos são só os fatos, meu foco é outro.
É preciso saber a hora de ir, a hora de voltar e a hora de pedir algo...
Preciso arrumar essa bagunça que eu criei.
Preciso procurar aquela mala.
Aquela grande, onde deixarei com carinho algumas lembranças.
E aí, é só não olhar pra trás...
[Um conselho? Se pediu, aguenta!]
domingo, 29 de janeiro de 2012
2
Há um vazio,
um vazio que não passa,
e que é só meu.
A única coisa que tenho de mim
quando estou sozinha,
e quando não estou
sou presença,
aos outros.
No entanto, me tenho incompleta
Enquanto aos outros pareço inteira.
um vazio que não passa,
e que é só meu.
A única coisa que tenho de mim
quando estou sozinha,
e quando não estou
sou presença,
aos outros.
No entanto, me tenho incompleta
Enquanto aos outros pareço inteira.
1
Saudade da arte pela rua.
Agora o que vejo é simples:
É a tropa dos soldados de chumbo,
que ao invés de nozes quebram vidas
destroem tudo com sua maldade
Cumprindos ordens do alheio,
de quem não viu o que era a arte dali
Marcham juntos,
com pimenta,
temperando os olhos cansados...
Barulho
correria
gritaria
silêncio!
Não é mais arte
e cor só há no chão,
no chão manchado de sangue.
Agora o que vejo é simples:
É a tropa dos soldados de chumbo,
que ao invés de nozes quebram vidas
destroem tudo com sua maldade
Cumprindos ordens do alheio,
de quem não viu o que era a arte dali
Marcham juntos,
com pimenta,
temperando os olhos cansados...
Barulho
correria
gritaria
silêncio!
Não é mais arte
e cor só há no chão,
no chão manchado de sangue.
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
Quantas vezes já não sentimos isso, coração?
Eu perdida,
você agonizando...
No dia-a-dia descobrimos o peso que cada palavra tem em cada contexto.
Sabemos que os olhos quase sempre não mentem,
que as palavras são como pedras
e que os abraços enganam,
porque parecem infinitos
quando na verdade são apenas
mentirosos.
E o que fazemos quando sentimos?
Dá vontade de me machucar externamente,
pra tentar eliminar esse peso...
Queima e aperta,
e revela verdades que escondi longe de você.
E as lágrimas não curam a sensação.
Mas fingimos que passa,
se andarmos por caminhos distintos,
tropeçando no próprio caminhar,
fingindo sorrir,
fingindo sentir muito,
quando na verdade tudo que eu sinto é a sua dor,
que é minha.
Eu perdida,
você agonizando...
No dia-a-dia descobrimos o peso que cada palavra tem em cada contexto.
Sabemos que os olhos quase sempre não mentem,
que as palavras são como pedras
e que os abraços enganam,
porque parecem infinitos
quando na verdade são apenas
mentirosos.
E o que fazemos quando sentimos?
Dá vontade de me machucar externamente,
pra tentar eliminar esse peso...
Queima e aperta,
e revela verdades que escondi longe de você.
E as lágrimas não curam a sensação.
Mas fingimos que passa,
se andarmos por caminhos distintos,
tropeçando no próprio caminhar,
fingindo sorrir,
fingindo sentir muito,
quando na verdade tudo que eu sinto é a sua dor,
que é minha.
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
Assinar:
Postagens (Atom)