Às vezes a vida me parece tão estranha. Minha cabeça roda há bastante tempo. Meu corpo pende ao som da melodia. Lágrimas continuam incontroláveis. É uma sensação estranha, uma espécie de angústia antecipada e uma frustração desgastante, que eu canso de sentir. Será que finalmente estou quebrando minhas próprias grades? Esse furacão tomou conta da minha vida e tudo parece tão vivo e igualmente intocável! A vontade de fazer o que eu quero, e nada mais, permaceu sempre aqui. Agora tudo foi intensificado... Já não sei mais o que quero dizer com minhas próprias palavras. Mas há uma certeza gigantesca em mim agora. Não quero conselhos, não quero nada. Quero continuar por esse caminho que apareceu de repente e seguir até o sol se pôr. Que os conceitos se fodam - Eles não são para mim!
domingo, 29 de novembro de 2009
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Free!
- Esqueci por um momento que eu conseguia sentir 'tédio'. Wow! Rotinas sempre me deixaram frustrada, mas essa sensação parece ser bem pior agora. Aah, é bom demais sentir o gostinho de liberdade, quase esqueço que essa 'liberdade' é mera ilusão, tsc...
' Open your eyes
Olhos famintos
Olhos lascíveis
Olhos que brilham
(de alegria, de dor de prazer)
Olhos que nõ vivem, olhos de vidro.
Ela só queria que seus olhos fossem notados devido a sua intensidade.
Olhos que veem a beleza oculta.
Olhos hipnotizantes,
que queriam ser lembrados.
Observava tudo que acontecia do lado de fora da janela do ônibus.
Suavidade, atenção.
Por que as pessoas não enxergam?
Por que elas não respiram?
Olhos tristes, olhos com esperança...
A rosa caiu no chão.
O barulho foi ensurdecedor.
Aqueles olhos só queriam enxergar além...
Olhos lascíveis
Olhos que brilham
(de alegria, de dor de prazer)
Olhos que nõ vivem, olhos de vidro.
Ela só queria que seus olhos fossem notados devido a sua intensidade.
Olhos que veem a beleza oculta.
Olhos hipnotizantes,
que queriam ser lembrados.
Observava tudo que acontecia do lado de fora da janela do ônibus.
Suavidade, atenção.
Por que as pessoas não enxergam?
Por que elas não respiram?
Olhos tristes, olhos com esperança...
A rosa caiu no chão.
O barulho foi ensurdecedor.
Aqueles olhos só queriam enxergar além...
terça-feira, 20 de outubro de 2009
Dói?
Talvez eu tivesse muito a dizer, não fosse essa sensação de "inexplicável" ou esse tormento de pensamentos e sentimentos batendo na mesma tecla. Me surpreendo ao ver como é grande a ironia e como ela é ainda maior da minha parte. Porque eu adoro ser irônica. Na verdade a ironia subliminar, em coisas distintas, sempre me fez rir de uma forma estranha. Então eu continuo rindo. É uma risada acompanhada de um coquetel de confusões... Chega a ser patético. E no fim, é apenas irônico de novo. Não sei mais se 'ser curinga' é bom ou ruim, não sei em que posição ou distância estou atualmente... Vou continuar deixando o mundo me levar, acreditando nesse não-acaso de tudo e ver onde tudo vai parar, se é que vai, enfim.
"Mas muito pra mim é tão pouco
E pouco é um pouco demais
Viver tá me deixando louca
Não sei mais do que sou capaz
Gritando pra não ficar rouca
Em guerra lutando por paz
Muito pra mim é tão pouco
E pouco eu não quero mais"
"Mas muito pra mim é tão pouco
E pouco é um pouco demais
Viver tá me deixando louca
Não sei mais do que sou capaz
Gritando pra não ficar rouca
Em guerra lutando por paz
Muito pra mim é tão pouco
E pouco eu não quero mais"
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
.
Não ter sobre o que reclamar, por um tempo relativo, é demasiado estranho.
Alegrias, risos e brilhos nos olhos.
A realidade, quem poderia imaginar, mudou de fato.
Tudo se lançou ao meu acaso em mesmo tempo.
E assim me apego em vozes, músicas, lágrimas alheias, sentimentos que nunca foram meus misturados aos que eu tinha guardado lá bem fundo... Junto tudo isso e crio uma angústia que não cura.
Mas eis que a rotina me cansa e me derruba, pronta como uma rasteira.
Quanto mais eu tento me soltar, mais presa estou.
Acho que reencontrei enfim aquele pedacinho de mim que queria contemplar.
Contemplo-o então, desejando do fundo do âmago que ele não suma mais.
E feliz eu me deito e durmo e sonho e acordo de novo para algo não mais novo, então.
Alegrias, risos e brilhos nos olhos.
A realidade, quem poderia imaginar, mudou de fato.
Tudo se lançou ao meu acaso em mesmo tempo.
E assim me apego em vozes, músicas, lágrimas alheias, sentimentos que nunca foram meus misturados aos que eu tinha guardado lá bem fundo... Junto tudo isso e crio uma angústia que não cura.
Mas eis que a rotina me cansa e me derruba, pronta como uma rasteira.
Quanto mais eu tento me soltar, mais presa estou.
Acho que reencontrei enfim aquele pedacinho de mim que queria contemplar.
Contemplo-o então, desejando do fundo do âmago que ele não suma mais.
E feliz eu me deito e durmo e sonho e acordo de novo para algo não mais novo, então.
domingo, 11 de outubro de 2009
' Só meu.
Andar descalça
e na chuva sem guarda-chuva.
Correr até qualquer lugar
devorar um chocolate, sentada na grama.
Observar a silhueta das pessoas que sobem a ponte sob o sol poente.
O mundo rodou tanto que não pude acompanhar.
Meus pensamentos fugiram
e quando voltei estava sorrindo.
e na chuva sem guarda-chuva.
Correr até qualquer lugar
devorar um chocolate, sentada na grama.
Observar a silhueta das pessoas que sobem a ponte sob o sol poente.
O mundo rodou tanto que não pude acompanhar.
Meus pensamentos fugiram
e quando voltei estava sorrindo.
Assinar:
Postagens (Atom)